
A primeira exibição pública do filme "Lula, o Filho do Brasil" despertou aplausos de políticos e correligionários do presidente Lula. Além deles, artistas e cinéfilos assistiram o filme na abertura do Festival de Cinema de Brasília. Estavam ministros, ex-ministros e parlamentares da base aliada. A primeira-dama Marisa Letícia, personagem do filme, representou o presidente Lula, que não compareceu. Segundo o noticiário de Brasília, "o filme frustrou por retratar de forma acelerada os momentos da vida do presidente, sem se prender a um drama central". A produção do filme protestou contra a organização do festival, que deixou os atores sem assento reservado. Com orçamento de 12 milhões de reais, "Lula, o Filho do Brasil" é o filme mais caro da história do cinema brasileiro. Será exibido em 400 salas no Brasil, a partir do dia 1º de janeiro e conta a história de Lula desde que nasceu em 1945, no sertão de Pernambuco, até sua consagração como líder sindical, em 1980, no ABC paulista. A parte que fala do casamento de Lula com a montesclarense Maria de Lourdes, e a morte dela e do filho no primeiro parto, também é contada de relance. Mas, esta semana, o próprio Lula chorou em entrevista na TV ao dizer que este é o episódio mais triste de sua vida.